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Erick Antonio
Erick Antonio
Comentário · há 2 anos
po coé? tu auditava o que? a faxina? Qualquer um que tenha paciência de estudar o AESP, consegue verificar a situação da previdência, é superavitária, é, mas não seja esdrúxulo ao defender o superavit sem explicar/separar a previdência social da previdência do servidor público, da assistência social, do inss, esta conta nao é simples assim para você dizer como se inexistisse o problema. Existe um rombo sim, mas por anos este rombo está sendo tapado por uma contabilidade muito utilizada e conhecida em nosso país, a contabilidade criativa. O tesouro nacional não faria aportes se a previdência não precisasse, o ajuste não ocorreria se não fosse necessário, o contribuinte não teria de trabalhar mais tempo, se houvesse todo esse superávit. Porque não explica qual a relação da taxa de fecundidade em nosso país, porque não fala do indice de envelhecimento, porque não nos mostra a evolução dos novos contribuintes em relação a evolução dos novos beneficiários? Não havia nexo atualizar os calculos destes benefícios sociais, se o superavit fosse verdadeiro. Separe as contas e veja claramente o rombo. Você como auditor fiscal da previdência, deveria ser um estudioso da área. Eu não sou, mas gosto de acessar discussões, teses, estudos diversos sobre o assunto e o que vejo é exatamente este ponto sendo pauta. No próprio debate da previdência social é levantado os principais desafios, como as fontes de custeio, que geralmente desequilibra o sistema e compromete a sustentabilidade "já que a mistura de instrumentos, confundisse meios e fins de políticas públicas diversas, que tende a mascarar ou distorcer os resultados produzidos.". A formatação dos benefícios e a estruturação do custeio são os principais desafios (antigos, atuais e provavelmente futuros). Portanto, é inadmissível dizer que é superavitario e está tudo bem, não não é superavitario, separe as contas e se intere dos debates, discussões, teses e monografias sobre o assunto e verá que a situação por tempos foi e está sendo mascaradas. Não dependa de governo para ter assistência, se estiver em sua fase produtiva de trabalho, faça sua previdência complementar (previdência privada) e alimente mensalmente sua reserva emergencial, uns 5%-10% do salário, assim não precisará de governo.
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